sexta-feira, 20 de junho de 2008

Me despeço hoje desse possivel
Quase que foi bom enquanto durou

Mas é preciso ser livre e este espaço que disponho já se cansa

Não há imaginação que sustente uma historia a acontecer

Cansa a imaginação
o sonho
a espera
poderia ser e não foi

Feliz fim
Assim necessário

Encerro com ele este caderno,
que a densidade já pesou demais
E não quero mais guardar paginas em branco

Um comentário:

Ventos Internos disse...

lendo esse poema me lembrei de pq te perguntei hoje se tinha lido o normose. Eu queria citar uma das minhas partes favoritas do livro : nao deseje a alguém muitos anos de vida, mas sim muita vida nos anos.
Nao há sentido ter páginas em branco... te amo muito.
Luana